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Crônico:
quando a pele é exposta repetidamente a
substâncias irritativas de baixa
concentração, provocando um dano cumulativo.
É o caso do eczema das mãos das pessoas que
lidam diariamente com sabões e detergentes
(donas de casa e profissionais de cozinha).
O eczema alérgico ocorre quando uma
substância alergênica (que causa alergia)
entra em contato com a pele e, ligando-se a
proteínas da própria pele, passa a ser
reconhecida como estranha ao organismo, que
desencadeia uma resposta imunológica para
combatê-la.
As características
típicas do eczema de contato na fase aguda
são a vermelhidão, inchaço, formação de
vesículas (pequenas bolhas), bolhas e
secreção. Mais tarde ocorre a formação de
crostas e descamação (fase sub-aguda). Em
uma fase mais tardia, quando se torna
crônico, aparece a liquenificação
(espessamento da pele). O prurido (coceira)
está presente em todas as fases, e pode ser
discreto ou muito intenso.
Tratamento
O tratamento do
eczema de contato depende do tipo
(irritativo ou alérgico) e da fase em que se
encontra (agudo, sub-agudo ou crônico),
variando de acordo com cada caso, e deve ser
determinado pelo médico dermatologista. São
utilizadas medicações de uso local e de uso
oral, para diminuir o processo inflamatório
e o prurido, que muitas vezes é
desesperador.
Evitar o contato com
as substâncias que desencadeiam o eczema é
fundamental para o sucesso do tratamento. No
caso dos eczemas alérgicos, o teste de
contato, pode ser de grande ajuda para se
descobrir o que está causando a alergia. Ele
é realizado colocando-se 20 a 30 das
principais substâncias alergênicas em
contensores que são deixados em contato com
a pele por 48 horas. Aquelas que causarem
reação devem ser evitadas.
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